
Atenção para esses vilões! Certos alimentos
prejudicam a memória, favorecendo esquecimentos corriqueiros. A longo prazo,
podem aumentar o risco de doenças neurológicas como Alzheimer
AÇÚCAR: embora forneça energia
rapidamente, esse efeito estimulante tem curta duração, alerta a nutricionista
Maria Claudia Ortolani. Assim como outros alimentos com alto índice
glicêmico (batata, massas e cereais refinados), os
doces elevam a produção de insulina e desencadeiam outras reações químicas que agridem as células cerebrais.
doces elevam a produção de insulina e desencadeiam outras reações químicas que agridem as células cerebrais.
CARNES: estimulam a produção de substâncias
tóxicas para os neurônios. As formas mais críticas de preparo são o churrasco e
a fritura. Mas nem o peito de frango grelhado escapa. O perigo aumenta se a
dieta for pobre em vitaminas do complexo B. Daí crescem os níveis de
homocisteína, um composto nocivo para o coração e também para o cérebro. Altas taxas constituem fator de
risco para Alzheimer e Parkinson, adverte a nutricionista Barbara Sanches.
ÁLCOOL: além de causarem déficits
temporários de memória, atenção e aprendizado, o álcool e outras drogas
podem levar à morte de neurônios e prejudicar a formação de novas células
cerebrais. Quanto maior o consumo, maior o perigo.
GORDURAS: as saturadas (provenientes de
fontes animais) e, sobretudo, as do tipo trans, comprovadamente maléficas para
o coração, podem ameaçar o cérebro. A propósito, o cientista James Joseph faz a
seguinte comparação: “Há evidências de que tudo que faz bem para o coração faz
bem para o cérebro e os demais órgãos”. O inverso também é verdadeiro.
Texto
Cristina Nabuco / Foto: Shutterstock
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